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13.02.2020

A era digital e as exigências da nova economia


Para estar inserido no mundo 4.0 é preciso atualização de conhecimento, inovação e poder de ação.
Para estar inserido no mundo 4.0 é preciso atualização de conhecimento, inovação e poder de ação.
 Estamos na 4ª Revolução Industrial, mais conhecida com a era digital ou como nova economia. Nessa realidade, que já nem é tão nova assim, o modelo de trabalho que conhecemos desde sempre vem se alterando. Novas ocupações estão surgindo, muitas se transformando e outras se extinguindo. O emprego formal vai perdendo cada vez mais espaço para o trabalho e o “novo modelo” passa a ser guiado pela transformação digital e pelo empreendedorismo. Esse “novo modelo” chamamos de trabalhabilidade. Nela, há uma nova geração de profissionais que pensam cada vez mais diferente e livre dos modelos tradicionais. O perfil está mudando, os anseios estão mudando, o consumo adotou novo perfil e fez do consumidor o protagonista.

“Esse cenário impôs desafios às instituições de ensino, que não somente precisaram acompanhar, mas também estar à frente, ao ponto de guiar e de abrir ainda mais portas a essa geração crítica, ágil, cheia de ideias e muito exigente. A academia assumiu a responsabilidade de abrir novas portas e de, também, experimentar e ousar em novos modelos, tornando ainda mais reais o 4.0 e as exigências impostas por ele”, explica o diretor da FAE Business School, José Vicente Cordeiro. Nesta quarta geração, segundo o diretor, “as distâncias diminuem. A indústria está na escola e vice-versa. O cocriar é uma realidade necessária e essa união de expertise traz ganho para ambos os lados, rejuvenesce a indústria e amadurece o profissional e o estudante, que estão expostos aos problemas reais de maneira cada vez mais frequente. Não há tempo, é preciso estar pronto para enfrentar esse mundo/mercado cada vez mais volátil e incerto”, alerta.

O trabalhador
Os profissionais de hoje precisam estar aptos a lidar com as mudanças. Eles devem ser ágeis, ter alta capacidade de comunicação, habilidade digital, se adaptar rapidamente a novas atividades e saber solucionar problemas, além de saber lidar com a diversidade e sob pressão. As capacidades de comunicação e adaptação precisam estar presentes. Essa multidisciplinaridade é vista como uma evolução.

Segundo Claudia Machado, coordenadora do curso de Transformação Digital da FAE Business School, “o profissional do futuro é aquele que tem propósito, que busca encontrar soluções que sejam significativas para a sociedade e que se mostre capaz de gerar soluções inovadoras em equipe. Para isso, precisa de inteligência social. E, olhe, nem sempre há tanta tecnologia envolvida, tecnologia cara e de ponta. Nas mais notáveis inovações está presente o diferente, o simples, o prático e o acessível”, explica.

Esse conteúdo foi publicado no Carreira e Futuro, do G1 Paraná.

Imagem: Shutterstock




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